O seu nome foi indicado pelo PAIGC, depois do Presidente da República ter vetado Domingos Simões Pereira para o cargo de Primeiro-Ministro.

Com esta proposta, o partido vencedor deixou o Chefe de Estado sem margem para protelar a crise no país, obrigando-o a aceitar a personalidade proposta, dado que já era Primeiro-Ministro.

O PAIGC optou por retirar o nome de Domingos Simões Pereira Gomes “em nome da paz e da permanente preocupação com a estabilidade política”. Este epílogo pode levar o partido a lançar o seu dirigente máximo na corrida às Eleições Presidenciais, marcados para Novembro.

Aristides Gomes chefiou o executivo, saído dos acordos de Conacri, que tinha como missão preparar e realizar as Eleições Legislativas.

Este licenciado em sociologia e dirigente do PAIGC mantém-se, assim, no cargo que assumiu em Abril do ano passado.

O Presidente guineense usou todos os expedientes para protelar não só a realização das consultas eleitorais, mas também a formação de um executivo. Sob pressão da comunidade internacional, iniciou o processo de consulta dos partidos há dias, três meses após a votação para o Parlamento, que deu a maioria absoluta à coligação formada pelo PAIGC, APU e PND.

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