As autoridades moçambicanas estimam que a embarcação transportava mais de uma tonelada da droga.
Ao avistarem os agentes, tripulantes da embarcação incendiaram-na como forma de ocultarem a prova material do crime e, de seguida, atiraram-se ao mar. Doze foram retirados da água, tendo os restantes sido dados como desaparecidos.
A operação do Serviço de Investigação Criminal contou com a colaboração da Marinha de Guerra e das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique.
A embarcação foi descoberta na costa da província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, decorrente de informação transmitida por agências estrangeiras envolvidas no combate do tráfico de droga.
Há quatro meses, o Gabinete das Nações Unidas contra o tráfico de droga alertou as autoridades moçambicanas para a passagem de grandes quantidades de droga por aquele país.
Segundo o organismo da ONU, o território tornou-se em corredor de substâncias ilícitas, nomeadamente de heroína, após a Tanzânia e o Quénia terem melhorado “a sua capacidade de aplicação da Lei Marítima Internacional.
Apreensões recentes de estupefacientes, em Moçambique, levaram aquela entidade a concluir que um grande volume de substâncias ilegais está a ser canalizado do Afeganistão para todo o mundo, através de Moçambique.
Nesse contexto, os responsáveis do Gabinete defendem o aumento da cooperação internacional para a prevenção do tráfego de droga proveniente do território afegão.
Os tripulantes da embarcação que, segundo a Polícia moçambicana, são cidadãos iranianos, encontram-se detidos, em Pemba, aguardando decisão judicial.







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