As reservas internacionais angolanas atingiram novos mínimos históricos. Entre entre maio e junho registou-se a maior quebra dos primeiros seis meses de 2017, mais de 1.200 milhões de dólares, cerca de mil milhões de euros. Dados divulgados pelo Banco Nacional de Angola.

Só em junho caiu para quase metade do registado em 2013, 16.782 milhões de dólares, cerca de 14 mil milhões de euros. Em finais de 2013, antes da crise do petróleo, as reservas internacionais angolanas ascendiam aos 31.154 milhões de dólares, ou seja, cerca de 26 mil milhões de euros.  

Apesar dos dados pouco positivos, as Reservas Internacionais Líquidas, que garantem, entre outras coisas, a importações de alimentos e matéria-prima, tiveram uma ligeira recuperação em julho, para 17.451 milhões de dólares, aproximadamente 14,6 mil milhões de euros. Tratou-se da primeira subida mensal desde fevereiro. 

 

Angola vive uma situação, em termos financeiros, económicos e cambiais, desafiante. A economia é suportada pelo BNA que tem aumentado injeção de moeda estrangeira, euros, à banca comercial angolana, cujo acesso aos dólares está suspenso.

 

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