O sucessor de José Eduardo dos Santos definiu como lema do seu mandato “Renovação e transformação na continuidade, melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”.
No discurso de posse, prometeu combater a corrupção que “grassa no Estado” e estimular “o progresso social de todos os angolanos”. Os jovens, que são 64 por cento da população, foi colocada no “centro da atenção” porque “apostar neles é apostar no futuro”.
As promessas estenderam-se aos meios de comunicação. Neste campo defendeu uma maior abertura através do reforço dos órgãos públicos “para que levem uma informação fidedigna a todo o território angolano”.
João Lourenço também elencou os parceiros a quem “Angola dará primazia”. Na lista consta apenas um país lusófono, o Brasil. Portugal foi remitido, talvez, para a referência e “outros parceiros não menos importantes, desde que respeitem a nossa soberania”.
No entanto, o Presidente Português, que assistiu à cerimónia com mais três dezenas de Chefes de Estado, na sua maioria Africanos, foi dos mais ovacionados. Marcelo Rebelo de Sousa classificou-a “como impressionante, de longe a maior” e que foi para “Portugal”.
Os eleitos são, pela ordem do discurso, os Estados Unidos, a China, a Federação Russa, o Brasil, a Índia, o Japão, a Alemanha, bem como a Espanha, França, Itália, Reino Unido e Coreia do Sul.
A oposição esteve ausente da cerimónia. Esses partidos continuam a contestar o resultado indicados das eleições que continuam por publicar.






