A Conferência Episcopal de Angola e São Tomé incitou o Governo de Luanda a “não ter medo do contraditório”, uma das peças chave da prática dos média em democracia, e reivindicaram “pluralidade informativa”.

Os Bispos notam que “a consciência cívica está a crescer” e que a participação dos cidadão “está a evoluir”. Neste contexto, concluem que “é preciso que os políticos também estejam à altura da evolução da própria sociedade”. Segundo os pontífices esta evolução “não se faz com ignorantes”, nem “com pessoas que ainda vivem nas trevas”.

Daí reivindicarem a “redução das assimetrias informativas” no ciclo político que se iniciou com a eleição do novo Chefe de Estado angolano.

No encontro, os Bispos decidiram apelar aos políticos e a todos os cidadãos que fomentem e cultivem a educação permanente para a democracia, a cidadania, a paz, o convívio plural e a tolerância.

A Conferência Episcopal de Angola e São Tomé manifestou-se preocupada com a “falta gritante e escandalosa” de medicamentos nos hospitais públicos, os “sinais de fome” e envenenamentos que afetam as pessoas em várias zonas do país.

O órgão eclesial solicita às autoridades angolanas uma intervenção “urgente” neste campo.

 

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