A abertura da nova infraestrutura aérea que vai servir a capital de Angola derrapou para 2019. O atraso na construção resulta de problemas financeiros, técnicos e operacionais assumidos pelas autoridades angolanas. Estes aspectos levaram, mesmo, à mudança de empreiteiro.

A obra, orçada em mais de cinco mil milhões de dólares, está a cargo de empresas chinesas.

O novo Aeroporto Internacional de Luanda envolve, ainda, a construção de uma linha para comboios – da Baía ao terminal aéreo, que obriga à construção de cinco estações –  e acessos rodoviários, orçamentada em mais de mil milhões de dólares.

O financiamento foi atribuído por Pequim ao abrigo de linhas de crédito para a “reconstrução de Angola, após trinta anos de guerra civil.

De acordo com as previsões do executivo a unidade vai movimentar, por ano, cerca de 15 milhões de passageiros.

O Governo angolano considera o novo Aeroporto como uma estrutura “fundamental” no posicionamento do país “no domínio do transporte aéreo na África Austral”.

 

(Foto: Polícia Nacional de Angola @GabinetedeComunicacaoInstitucionaleImprensa)

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