João Lourenço substituiu os dirigentes das empresas de comunicação do estado, nomeadamente da televisão, rádio, imprensa e agência de notícias.

Aos novos gestores o Chefe de Estado pede linhas editoriais que sirvam, “de facto, o interesse público” e nota que “não há democracia sem liberdade de expressão, sem liberdade de imprensa.

O Presidente lembra-lhes que esses direitos estão consignados na Constituição angolano e que, por isso têm de ser respeitados.

Estas ideias foram expressas por João Lourenço na tomada de posse dos novos administradores dos órgãos de comunicação estatais.

Para ele, os media devem dar espaço não só “aos cidadãos dos mais diferentes extratos sociais”, mas também “às organizações da sociedade civil”.

Da gestão nomeada por José Eduardo dos Santos não transita nenhum elemento para as novas administrações da televisão, rádio, imprensa e agência de notícias.

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