Apenas 31 por cento das crianças angolanas tomaram as vacinas definidas como obrigatórias, a nível internacional, em Angola, entre 2015 e 2016. As conclusões são do Instituto Nacional de Estatística angolano e foram apresentadas pela diretora-adjunta do organismo, sexta-feira, durante uma iniciativa sobre "Os Indicadores Múltiplos e de Saúde 2015/2016", promovida pela pela 6ª Comissão dos Deputados da Assembleia Nacional de Angola.
De acordo com Ana Paula Machado após as duas primeiras vacinas as mães deixam de levar os bebés aos centros de saúde e hospitais para continuar a vacinação obrigatória.
Os dados recolhidos no "Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde 2015/2016" dão conta de que apenas 31 por cento das crianças tomaram todas as vacinas. Concluiu-se ainda que 68 por cento das crianças foram vacinadas contra a pólio 1, 56 por cento contra o pólio 2 e apenas 42 por cento contra o pólio 3.
O índice de vacinação varia de províncias para província. Aquela onde há mais crianças vacinadas é, naturalmente, Luanda, 50 por cento, do lado oposto está o Cuando Cubango, com apenas 8 por cento.






