O financiamento destina-se à formação, organização e reequipamento. O pedido apresentado pelo Governo angolano às autoridades chinesas, enquadra-se na cooperação estratégica ente os dois países.
A pretensão decorre – segundo o executivo – da persistente crise financeira mundial e da falta de financiamento institucional, para programas de defesa.
A solicitação foi apresentada na abertura da reunião do Comité Conjunto de Cooperação da Ciência, Tecnologia e Indústria de Defesa Angola-China, realizada, ontem, 22 de Agosto, em Luanda.
A China já se mostrou “disponível” para analisar, no âmbito do encontro, que termina amanhã, os projectos parados e definir um plano de trabalho futuro, no contexto da promoção da indústria militar chinesa.
Angola constitui-se, desde 2007, como o maior parceiro comercial africano da China, com o qual coopera, nomeadamente nos sectores petrolífero, de infra-estruturas, militar, agrícola, académico, agro-industrial e tecnológico.
O país asiático absorve cerca de metade da produção angolana de petróleo e domina a construção e reparação de estradas e ferrovias naquele território.
Entretanto, de visita à Alemanha, o Presidente angolano convidou os empresários do país europeu a fornecerem embarcações de guerra para controlar a fronteira marítima “cobiçada pelos piratas, pelos terroristas como forma de atingir os nossos países, de atingir as nossas populações, as nossas economias”.






