O Commerzbank acordou com o Governo angolano a disponibilização de 431 milhões de euros. A verba destina-se a obras de construção de intra-estuturas – que o executivo de Luanda considera “críticas” para o “desenvolvimento” do país. O empréstimo vai permitir, também, a importação de equipamentos da Alemanha.

Para o Governo de Angola, o entendimento “marca o início de uma nova etapa nas relações com aquele país europeu. As autoridades angolanas pretendem o envolvimento de empresas privadas alemãs na construção e exploração de auto-estradas de ligação à Namíbia, Zâmbia e República Democrática do Congo, bem como o desenvolvimento do caminho-de-ferro. Este programa viário inscreve-se na política, defendida por João Lourenço, de dinamização do comércio Regional.

Angola deseja também que empresas da Alemanha venham a disponibilizar outros financiamentos, bem como a fornecer equipamentos para os empreendimentos hidroeléctricos de Caculo Cabaça e do Zenzo, e para a ampliação e modernização da rede eléctrica da Província da Namíbia.

As obras de conclusão da primeira das duas da Barragens foram retiradas a empresas ligadas a Isabel dos Santo, devendo levar da EFACEC por concorrentes alemãs. O fábrica portuguesa de componentes eléctricos  é detida, maioritariamente, pelo filha do ex-Presidente de Angola.

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