O país lusófono assume o cargo, a partir de amanhã, 1 de Setembro, durante um mês. A chefia do Organismo da União Africana é rotativa. No período, segundo as prioridades angolanas, o país vai procurar soluções para os problemas do continente, nomeadamente o financiamento das acções de manutenção de Paz em África.
Os países africanos defendem que a sua participação deve ser de 25 por cento, assumindo as Nações Unidas a restante parcela. A questão decorre da redução de cerca de oito mil milhões para sete mil e 200 do orçamento das missões dos capacetes azuis, aprovada pelos membros das Nações Unidas, na sequência de proposta, nesse sentido, dos Estados Unidos.
Segundo o Secretário Geral da ONU, o corte podia afectar a presença daquela força de paz na República do Congo, que é a mais importante e a mais cara.
No programa da presidência angolana do Conselho de paz da União Africana encontra-se a celebração do Mês Africano da Amnistia, que decorre em Setembro, tendo em vista a mobilização dos Estados para implementação do roteiro da UA de silenciar as armas até 2020, bem como a situação no Burundi e República Centro-Africana, a Reacção Imediata às Crises, a coordenação das acções de paz e segurança entre o organismos e as diferentes autoridades regionais.
Durante a presidência angolana, o órgão deverá reunir-se, ao nível de Ministros dos Negócios Estrangeiros, à margem da sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.
O Conselho de Paz e Segurança da OUA funciona na capital etíope, contando em Addis Abeba, Etiópia, e com a ajuda, nas suas deliberações, de dois comités, um militar e outro de diplomatas.







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