A queda foi superior a seis por cento, no primeiro semestre do ano, face ao período homólogo anterior. O agravamento da recessão deveu-se, em particular, a quebras nas pescas – 10 por cento, indústria transformadora – perto de nove, extracção e refinação de petróleo – superior a oito petróleo - extração de diamantes e outros minerais – seis.
A actividade económica passou de quase cinco por cento – em 2015, para menos 0,1 – em 2017, depois de, no ano intermédio, ter sido de menos 2,5.
Este ano, no primeiro trimestre, o tombo foi de quase cinco por cento, tendo ultrapassado os sete, no segundo.
Estes dados foram fornecidos pelo Instituto de Estatísticas de Angola, tendo por base dados do Departamento de Contas e Coordenação Estatística do país.






