Isabel dos Santos foi nomeada para Presidente do Conselho de Administração da Sonangol.
A empresária, que liderou o processo de reestruturação da petrolífera, foi nomeada por despacho da Casa Civil do Presidente da República
A filha do Chefe de Estado angolano, acredita que a "cultura de excelência" que pretende aplicar na empresa "permitirá enfrentar com sucesso os grandes desafios que o novo contexto do sector petrolífero coloca à Sonangol" e a Angola.
A Administração da Sonangol terá como principal objetivo a execução do novo modelo para o sector petrolífero angolano, bem com a execução de um novo programa para a empresa. O plano aposta na redução de custos e no aumento da rentabilidade da empresa e da competitividade do sector.
No âmbito da reestruturação do sector petrolífero angolano, a acção da empresa restringe-se à exploração e produção de petróleo.
A regulação passou para uma “Agência” e administração do sector para “Conselho Superior”.
A Agência terá a administração directa do Estado e dependerá do titular da pasta do petróleo. A esta instituição caberá preparar e negociar a atribuição de blocos petrolíferos, bem como a resolução, por via administrativa, os eventuais conflitos entre as tutelas sectoriais e os agentes da indústria do petróleo.
O Conselho Superior de Acompanhamento do Sector Petrolífero, que deverá depender do Presidente de Angola, terá a seu cargo a função accionista do Estado nas sociedades gestoras de participações sociais, que terão a missão de gerir as participações da Sonangol.
A empresa pública ficará centrada na função de concessionária angolana, responsável pela gestão e acompanhamento dos contratos petrolíferos.
O Ministério dos Petróleos deverá manter-se, bem como as suas competências. Prevê-se, no entanto, que seja alvo de "acertos" no futuro.






