Inicia-se amanhã, 14 de Junho, a “Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos”. No entanto, a preparação da reunião já se iniciou.
Os ministros da Defesa do grupo avaliaram a situação político-militar e de segurança na região, principalmente na República Democrática do Congo, no Burundi, na República Centro Africana, no Sudão e no Sudão do Sul, com a análise dos relatórios dos Chefes de Estado-Maior da comunidade.
Para o Presidente do Comité de Ministros da Defesa, desde a última reunião do órgão, há seis meses, registaram progressos no sentido da paz definitiva na República Centro Africana, com a realização de eleições gerais, e no Sudão do Sul.
De acordo com João Lourenço, o novo quadro surgido nos dois países demonstra a vontade política dos principais actores para dialogarem de forma permanente e construtiva e indica que é possível ultrapassar as diferenças.
O governante exortou os governos e a sociedade civil na República Centro Africana e no Sudão do Sul a continuarem a consolidar as conquistas já alcançadas para se “virar a página” para o desenvolvimento económico e social num ambiente de paz.
Os progressos conseguidos nos dois países levam João Lourenço “a acreditar ser possível também fazer calar as armas em definitivo no Leste da República Democrática do Congo”.
O Ministro reafirmou o empenho de Angola e do Chefe de Estado angolano, enquanto Presidente da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos, em continuarem a contribuir “para o fim dos conflitos armados ainda prevalecentes”.
A 6.ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo vai decorrer sob o lema “Aceleremos a efectiva implementação do pacto e seus protocolos para maior democracia e estabilidade na Região dos Grandes Lagos”.






