Ainda durante a visita de João Lourenço à Rússia, e num encontro com estudantes angolano no país, o chefe de Estado afirmou que é preciso formar mais quadros angolanos para que o país possa ter menos necessidade de estrangeiros.

“Não podemos dar-nos como satisfeitos. Temos que continuar nesta luta de formar, de modo incessante, mais e melhores quadros, para ver se reduzimos a importação de quadros estrangeiros”, afirmou o chefe de Estado na presença de um pequeno grupo de estudantes, em representação dos mais de 1800 jovens de Angola que estudam em Moscovo, alguns deles na Universidade Russa de Amizade e Solidariedade com os Povos, onde decorreu este encontro.

Apesar destes anseios João Lourenço admitiu que apesar do número de especialistas estrangeiros a trabalhar no país ser "bastante elevado", a situação não se resolverá da noite para o dia e o país poderá precisar, sempre, e em alguns casos de quadros vindos de outros países. 

Para João Lourenço o país tem de deixar de se limitar à produção de petróleo e diamante e apostar no desenvolvimento de outras indústrias, do turismo e da agricultura, com quadros angolanos.

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