A falta de chuva está a afectar mais de dois milhões de pessoas na região. A maioria da população da Huila e Cunene têm – segundo as Nações Unidas – o seu “estado nutricional comprometido”, decido à situação de “insegurança alimentar” provocada pela seca prolongada.

A ausência de precipitação, obrigou o povo das duas Províncias a deslocarem-se das zonas onde viviam na procura de água e alimentação para si e para o gado. Esta migração forçada está a provocar o aumento do abandono escolar e do trabalho infantil. A UNICEF estima que esta circunstância possa abranger mais de 192 mil crianças do Sul de Angola.

As carências alimentares devido à seca, propiciam a eclosão de epidemias, nomeadamente o sarampo, a poliomielite, ou a sarna.

A situação é ainda mais complexa dado que a organização das ONU para a infância, viu os seus recursos afectados pela redução de financiamento. Aquela agência orçamentou treze milhões de euros para o seu programa de intervenção, mas apenas conseguiu 45 por cento da verba. Daí que a UNICEF reconheça que o financiamento reduzido “levou ao insucesso em relação às metas” do projecto.

 

Foto: Nações Unidas

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