O presidente do Comité Olímpico do Brasil, Carlos Arthur Nuzman, e o ex-diretor de operações do comité Rio, Leonardo Gryner, foram detidos por suspeita de estarem ligados à compra de jurados para a escolha do Rio de Janeiro para sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Foram ambos detidos esta quinta-feira de manhã e estão acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

A Polícia Federal fazia, durante a manhã de hoje, buscas a vários locais ligados aos dois. No âmbito de uma operação a que foi dado o nome de “Unfair Play”, que é outra das várias ramificações da “Lava Jato”.

Gryner era braço-direito de Nuzman, que é suspeito de ser o intermediário na compra de votos de membros do Comité Olímpico internacional. 

O mandado de detenção, e segundo o Ministério Público Federal, foi pedido por ter havido uma tentativa de ocultação de bens depois de um mandado de busca, cumprido pela polícia, a casa de Nuzman, no mês passado. 

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