O Ministério Público brasileiro pediu o aumento da pena de prisão a que foi condenado Luís Inácio Lula da Silva. O ex-Presidente foi sentenciado a nove anos e seis meses de prisão, por corrupção e branqueamento de capitais.
Esta nova inicitiva acontece depois do antigo chefe de Estado brasileiro ter recorrido da sentença para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A instância quis saber o que os procuradores tinham a dizer sobre a matéria e e estes acabaram por dizer que a pena não deve ser reduzida mas aumentada já que o ex-Presidente terá sido parte ativa em três atos de corrupção, referentes a três contratos assinados pela empreiteira OAS com a Petrobras. Nesse contexto a pena deve ter em conta três crimes.
A defesa de Lula da Silva não concorda e continua a dizer que que a condenação aconteceu "sem prova de culpa e desprezando a prova da sua inocência".
Este tribunal de segunda instância já está a analisar o processo não não há data prevista para a resposta o que pode prejudicar Lula da Silva que pretende recandidatar-se à Presidência da República, e as sondagens, para já, dão-lhe a vitória, e não poderá fazê-lo se ela não acontecer no prazo ofical definido para apresentação das candidaturas às Eleições de 2018.
O antigo chefe de Estado nega todas as acusações e diz-se "vítima de perseguição judicial e política" pelos procuradores e juízes responsáveis pelas investigações aos crimes ligados à Petrobras.
(Foto: @Lula)






