Técnicos do Museu do Brasil conseguiram retirar, das cinzas do edifício, fragmentos de Luzia, nomeadamente do crânio e do fémur.

Os cientistas pensavam que o fóssil humano mais antigo do Continente tinha desaparecido no incêndio que consumiu o Museu, no mês passado.

No entanto, as chamas pouparam-no, dado que se encontrava acondicionado numa caixa metálica, guardada num armário também de metal, para evitar acidentes. Todas as partes encontradas - além do crânio, parte do fémur - estavam numa caixa de metal dentro de um armário também de metal, precisamente para evitar acidentes, dada a sua fragilidade.

Agora há necessidade de montar as peças encontradas, dado que o calor derreteu a cola que as unia.

O fóssil, com 12 mil anos, foi encontrado, em 1975, na Lagoa Santa, em Minas Gerais. A descoberta de Luzia permitiu aos investigadores concluir que a colonização do Continente Americano começara antes do que se pensava e a partir da Ásia.

 

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