Este capitão na reserva conquistou cerca de 57 milhões de brasileiros, enquanto o seu adversário não ultrapassou os 46 milhões. A diferença entre os dois foi de 10 por cento.

A tomada de posse de Jair Bolsonaro está marcada para 1 de Janeiro, em Brasília.

A maioria dos brasileiros escolheu um Presidente que não explicou qual vai ser a sua política económica, laboral, social, assim como o que se propõe fazer na maioria dos domínios da governação.

O político de extrema direita, defende a ditadura militar ao mesmo tempo que promete cumprir a Constituição do país. Durante a campanha teve um discurso racista, machista e homofóbico, mas depois de eleito prometeu ser o Presidente de todos, “independentemente de região, cor ou orientações”, jurando “defender a liberdade e a democracia”.

Ao mesmo tempo, promete acabar com “o flirt com o comunismo e o socialismo”, referindo-se ao tempo em que o PT esteve no poder.

O candidato apoiado por evangélicos e militares considera “terroristas” os Movimentos dos Sem Terra e dos Trabalhadores Sem Teto, apostando na resolução dos problemas de violência armando a população.

O membro do Partido Social Liberal furtou-se a conceder entrevistas, bem como a entrar em debates com Fernando Haddad, para além de não ter aparecido em público, fazendo campanha, apenas, através das redes sociais.

O candidato apoiado pelo Partido dos Trabalhadores, de esquerda, não felicitou o adversário pela vitória porque Jair Bolsonaro lhe chamara “canalha” e ameaçara prendê-lo logo que fosse eleito.

O professor universitário prometeu aos que votaram continuar a lutar pelo país, no exercício dos seus direitos de cidadania, não deixando ninguém parta trás.

Donald Trump foi um dos primeiros Chefes de Estado a saudar Jair Bolsonaro pela sua eleição.

 

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