O eleito Presidente do Brasil concedeu cinco entrevistas a outros tantos canais de televisão do país, depois de se ter escondido das câmaras durante a campanha eleitoral. Nesse período utilizou as redes sociais e a televisão da IURD – organização religiosa que o apoia – para falar ao seu eleitorado

Repentinamente ficou bom para falar das suas ideias para a governação do brasil. No entanto, não se alargou em considerações. Nessas entrevistas anunciou que vai começar já a negociar a aprovação da reforma da Previdência, para quando chegar ao poder não ter esse problema.

Falou do “déficit monstruoso”, salientando que não o pode aumentar “sob o risco do Brasil entrar em colapso”.

Referiu que pretende convidar o juiz Sérgio Moro para o Supremo ou para o Ministério da Justiça, considerando-o uma pessoa de “extrema importância” para um Governo como o seu.

Reafirmou que vai liberalizar o uso e porte de arma, reduzindo de 25 para 21 anos a idade mínima para se andar armado. Para Jair Bolsonaro a guerra contra a violência faz-se também com a redução da maioridade penal para 14 anos e com direito de matar, sem punição, para quem reaja a um furto.

O político de extrema-direita pensa que é direito de todos, nomeadamente policias, de evocar legítima defesa quando cometem um homicídio. O capitão na reserva considera-a uma “espécie de licença para matar”, não só em defesa da própria vida ou de terceiros, mas também do património.

Nas entrevistas, manifestou-se “totalmente favorável à liberdade de imprensa”, mas ameaçou acabar com a publicidade oficial nos órgãos de comunicação que tratem mal o Governo.

Acusou a Folha de São Paulo de ser a origem de todas as notícias falsas que se “voltaram” contra si e do jornal, o maior do Brasil, ter acabado, por “falta de prestígio”.

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