A maior desflorestação do pulmão do Mundo verificou-se de Agosto do ano passado a Julho deste ano. No período, desapareceu quase um milhão de hectares de floresta, segundo dados oficiais. Comparativamente com o período antecedente, o crescimento rondou os 14 por cento.
Associações ambientalistas expressaram já a sua apreensão face ao sucedido, aguardando com preocupação o futuro.
O Presidente eleito do Brasil pretende legalizar a exploração mineira na Amazónia, bem como permitir a exploração agrícola e pecuária em novas áreas da maior floresta do mundo. O futuro Chefe de Estado já expressou a intenção de sair do Acordo de Paris, seguindo as pisadas de Donald Trump, com quem se identifica.
Por outro lado, Ernesto Araújo, indicado para a pasta dos Negócios Estrangeiros no Governo de Jair Bolsonaro, considera que o aquecimento global não é real, sendo fruto de teoria marxista. O Vice-Presidente do Brasil admite o fenómeno climático, mas considera que está a ser usado, pelas grandes economias mundiais, como instrumento de dominação.
O Presidente dos Estados Unidos tem repetido que o aquecimento global é um embuste, criado pela China, para minar o crescimento do seu país.
Os defensores da natureza consideram que a Amazónia está a chegar a um ponto sem retorno. Os ecologistas concluem que a floresta vai deixar de ter capacidade para se regenerar.






