De acordo com o futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em entrevista a uma rádio brasileira, o país deixará de ter ministério do Trabalho quando Jair Bolsonaro assumir funções.

A pasta será dividida em três e gerida pelos ministérios da Justiça, Economia e Cidadania. Sérgio Moro ficará com a parte da "concessão do imposto sindical, no ministério da Justiça e Segurança", explicou o futuro governante à rádio Gaúcha. As políticas e emprego, ficam a cargo do ministério da Economia e "a outra parte", afirmou um dos homens fortes da futura presidência do Brasil, sem adiantar ao que se referia, fica para o ministério da Cidadania. 

De acordo com a mesma fonte o governo o executivo terá 22 ministérios - "20 ministérios funcionais e dois eventuais”, afirmou Onyx, mais sete do que os prometidos por Bolsonaro na sua campanha presidencial.

Está já "na calha" uma proposta de Emenda à Constituição que permita que o Banco Central e a Advocacia-Geral da União percam o estatuto de ministérios.

 

(Foto: @onyx.lorenzoni)

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