O documento passou apenas com os votos do partido no poder. O MpD detém a maioria absoluta na Assembleia do país, por via disso, a sua aprovação estava assegurada.
No entanto, a oposição não poupou criticas à proposta do Governo para o ano que vem.
Para PAICV e UCID Orçamento do Estado vai trazer mais dificuldades aos cabo-verdianos.
O maior partido da oposição considera que não corresponde nem às necessidades, nem às aspirações da população do arquipélago.
De acordo com o PAICV, o documento mostra “que não se deve confiar nas promessas eleitorais, que os programas de Governo são apenas para cumprir os requisitos constitucionais” e que o partido que o sustenta “só promete para ganhar as eleições”.
A segunda força política de Cabo Verde, conclui que “Orçamento não passa de mais um plano de intenções, muita retórica e poucas medidas”.
Por seu turno, a UCID votou contra a proposta por não lançar “sementes para o investimento equilibrado entre as ilhas”, nem cultivar “um bom ambiente social e rendimento para as famílias”. Na base da decisão estiveram também os “significativos” dos preços da “água, sumos de fruta, leite e iogurte” contidos na lei.
O voto favorável do MpD decorre do pilar social ter sido assumido no Orçamento “como a sua imagem de marca”. O maior partido de Cabo Verde destaca que “a maior fatia orçamental”, 100 milhões de euros, “é reservada à inclusão social das famílias mais desfavorecidas".






