A Polícia Judiciária de Cabo Verde prendeu António Carlos Horta Tavares. O ex-Administrador do Fundo Autónomo de Apoio à Cultura é suspeito da prática dos crimes de infidelidade, falsificação de documentos e peculato.

De acordo com as investigações, o dirigente agiu em concertação com uma ex-funcionária do mesmo organismo do Estado, também detida.

O Tribunal da Praia aplicou o Termo de Identidade e Residência aos dois arguidos.

António Carlos Horta Tavares esteve à frente da instituição, criada pelo anterior Governo, de 2012 a 2016.

No início do seu mandato, o actual Governo demitiu a Administração do Banco da Cultura por considerar que a instituição fora desviada da sua missão, e mandou instaurar um inquérito.

A Investigação da Inspecção Geral das Finanças constou que a maioria dos pagamentos efectuados se destinaram ao financiamento de projectos sem dotação orçamental específica.

O relatório refere-se também a um controlo “deficiente” das contas e a “ineficiências” no cumprimento do regime jurídico dos fundos autónomos.

 

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