O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) propôs, ao Presidente da República, formar governo com o Partido da Renovação Social (PRS). Na proposta, apresentada a José Mário Vaz ocupar 18 postos governamentais, entre eles o de primeiro-ministro, entregando 16. Oito deles seriam confiados ao PRS, o principal partido da oposição, três estariam reservados aos restantes partidos com assento parlamentar, duas a formações sem assento na Assembleia Nacional, uma à sociedade civil e as duas restantes pastas seriam entregues à Presidência da República.

Domingos Simões Pereira, o líder do PAIGC, que tem a maioria no Parlamento da Guiné-Bissau, volta a propor o nome de Carlos Correia para liderar o executivo. Em alternativa, já que este foi demitido pelo chefe de Estado na passada quinta-feira, propõe o líder da bancada parlamentar do PAIGC Califa Seidi.

O PAIGC apresentou também ao Presidente guineense uma proposta de Pacto de Estabilidade, a ser assinado por todos os partidos representados na Assembleia Nacional.

A principal formação guineense acredita que estas propostas são a forma de garantir a saída de crise política que o país vive.

 

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