Umaro Embaló foi impedido de entrar na sede da força politica por militantes do partido.

O Primeiro-ministro da Guiné-Bissau pretendia prestar solidariedade pelo assalto daquelas instalações, por um grupo de jovens.

O dirigente foi não só barrado como vaiado por militante que se encontravam no local.

Para o PAIGC não é “o momento ideal" para Umaro Embaló visitar a sede do partido, mesmo que tenha dito que queria “prestar solidariedade”.

As instalações do PAIGC, em Bissau, foram assaltadas por um grupo de militantes, na sua maioria jovens, portadores de uma petição exigindo a renúncia do Presidente do partido, por estar a conduzir mal os destinos da formação política.

O Chefe de Estado, assim como o grupo dos dissidentes, condenou os acontecimentos. José Mário Vas afimou que “não compactua" com actos que atentam contra a estabilidade do país.

O maior partido político da Guiné-Bissau acusa os 15 deputados dissidentes do PAIGC, bem como o Presidente da República de serem os verdadeiros autores do assalto.

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