Todas as Notícias

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras desarticulou um grupo criminoso que operava a partir da Guiné-Bissau, passando vistos para países da Europa. 

A operação foi despoletada após a Polícia alemã ter detectado, há um ano, no Aeroporto de Franquefurte, sete cidadãos iranianos com vistos portugueses obtidos, presumivelmente, de forma ilegal.

A situação foi comunicada às autoridades portuguesa que, após investigação, desencadearam a operação Visa Branco.

No âmbito da intervenção foram realizadas buscas na Secção consular da Embaixada de Portugal, em Bissau, e à residência – em Portugal – de funcionário daquela divisão.

O presumível cabecilha da rede encontra-se detido, em Lisboa, estando indiciado dos crimes de falsificação de documentos, corrupção passiva e tráfico de seres humanos. 

A intervenção foi coordenada pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa, em colaboração com o Ministério dos Negócios Estrangeiros. Este organismo anunciou estar a colaborar “com as autoridades competentes de modo a “erradicar” condutas “irregulares” ou “ilegais”

O detido vai ser presente, amanhã, ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, para aplicação de medidas de coação.

A operação envolveu inspectores do SEF e uma equipa multidisciplinar especializada – SOS tráfico, sob a orientação  do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa.

A Agência de Vigilância Sanitária verificou que mais de metade dos produtos agrícolas verificados continham químicos que matam as abelhas. A instituição analisou quatro mil amostras de vegetais comuns na alimentação dos brasileiros, e predominantes nos campos do país.  O elemento activo mais encontrado foi o Imidacloprido, um derivado da nicotina que, por se espalhar pela planta, se torna mortal para aqueles seres vivos.

Especialistas brasileiros observam que estes resultados são alarmantes, ao contrário das conclusões optimistas incluídas no relatório do Estudo, consideradas "mascaradas" pela Greenpeace.

Cerca de um quarto dos alimentos analisados continham pesticidas nocivos em quantidades superiores às permitidas legalmente, enquanto outro quarto apresentava quantidades nocivas para pessoas com peso inferior a 50 quilos, nomeadamente, crianças e jovens.

No início do ano, centenas de enxames foram dizimados em quatro estados brasileiros. A principal causa da mortandade decorreu do contacto com químicos à base de nicotina.

Os nicotinoides aplicados pelos agricultores brasileiros afectam o sistema nervoso central das abelhas, lesando as suas capacidades de orientação.

O morticínio das abelhas, provocado por tóxicos agrícolas, é um alerta também no contexto da saúde pública humana. Cientistas brasileiros alertam que se aqueles químicos fazem mal às abelhas também prejudicam as pessoas, dado que – como se espalham pela planta – mesmo depois de lavados ou descascados continuam contaminados.

Por outro lado, dado o carácter polinizador das abelhas, o seu desaparecimento em massa afecta a produção agrícola.

No Brasil, mais de metade das 141 espécies de plantas alimentares dependem da transferência do pólen, de flor em flor, efectuado pelas abelhas. Por seu turno, as Nações Unidas consideram que três quartos das culturas dependem da fertilização efectuada por aqueles insectos.

As autoridades moçambicanas estimam que a embarcação transportava mais de uma tonelada da droga.

Ao avistarem os agentes, tripulantes da embarcação incendiaram-na como forma de ocultarem a prova material do crime e, de seguida, atiraram-se ao mar. Doze foram retirados da água, tendo os restantes sido dados como desaparecidos.

A operação do Serviço de Investigação Criminal contou com a colaboração da Marinha de Guerra e das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique.

A embarcação foi descoberta na costa da província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, decorrente de informação transmitida por agências estrangeiras envolvidas no combate do tráfico de droga.

Há quatro meses, o Gabinete das Nações Unidas contra o tráfico de droga alertou as autoridades moçambicanas para a passagem de grandes quantidades de droga por aquele país.

Segundo o organismo da ONU, o território tornou-se em corredor de substâncias ilícitas, nomeadamente de heroína, após a Tanzânia e o Quénia terem melhorado “a sua capacidade de aplicação da Lei Marítima Internacional.

Apreensões recentes de estupefacientes, em Moçambique, levaram aquela entidade a concluir que um grande volume de substâncias ilegais está a ser canalizado do Afeganistão para todo o mundo, através de Moçambique.

Nesse contexto, os responsáveis do Gabinete defendem o aumento da cooperação internacional para a prevenção do tráfego de droga proveniente do território afegão.

Os tripulantes da embarcação que, segundo a Polícia moçambicana, são cidadãos iranianos, encontram-se detidos, em Pemba, aguardando decisão judicial.

O Tribunal Superior de Gauteng considera que, “após ouvir e analisar os argumentos das partes”, concluiu “que não existe perspectiva razoável de uma outra instância” judicial “chegar a uma conclusão diferente” da sua.

Aquele Juízo de Joanesburgo decidira anuir ao pedido das autoridades dos Estados Unidos para que Manuel Chang seja julgado, em Nova Iorque, por crimes de corrupção e fraude.

Na sequência da deliberação, o Ministro da Justiça da África do Sul, a solicitação do Governo de Moçambique, optou pela extradição, do ex-Ministro das Finanças moçambicano, para o seu país.

Agora, os executivos dos dois Estados pretendiam que outro Tribunal Superior, “mantivesse a extradição do detido para Moçambique, conforme decisão do Governante sul-africano, pretensão rejeitada pela judicatura Superior de Gaudeng.

Através do seu representante, o Governo moçambicano já anunciou que vai recorrer, da decisão, para o Tribunal Supremo de Recurso da África do Sul.

Estas iniciativa visa impossibilitar o julgamento de Manuel Chang nos Estados Unidos.

Manuel Chang foi detido, pela Polícia sul-africana, há quase um ano, no Aeroporto Internacional de Joanesburgo, quando se dirigia para o Dubai.

O ex-governante é aguardado para julgamento, em Nova Iorque, por presumível envolvimento em burla internacional, estimada em perto de dois mil milhões de euros.

O mandado de captura, bem como o pedido de extradição emitido pelas autoridades dos Estados Unidos, tem como base o papel de Manuel Chang nos avales de criação das Empresas Públicas de segurança marítima e pescas envolvidas no escândalo das dívidas ocultas.

 

A verba – estimada em perto de seis mil milhões de euros – foi retirada, segundo as autoridades judiciais angolanas, ao erário público, de forma ilícita.

A Procuradoria-Geral da República pretende recuperar a quantia nos tribunais, tendo intentado meia centena de acções contra pessoas singulares e colectivas não especificadas.

Treze desses processos foram entregues no Tribunal Supremo, por envolverem entidades “que gozam de foro especial”.

Durante o ano aquela instituição abriu 170 processos de inquérito por suspeita dos crimes de corrupção.

No mesmo período, o Estado angolano recuperou acções, assim como bens móveis e imóveis avaliados em mais de quatro mil milhões de euros.

A Procuradoria de Angola tem já, sob o seu controlo, cerca de mil e 700 declarações de bens, de gestores e agentes públicos, obrigados – nos termos da lei – a procederem ao depósito dos valores em causa nos cofres públicos.

O Presidente angolano estabeleceu o combate à corrupção, nepotismo e impunidade como eixos centrais do seu mandato.

No jogo em que se discutia o último lugar no pódio da prova, a selecção angolana venceu, por cinco bolas a uma, os representantes de Madagáscar.

A partida, como o resultado mostra, foi fácil para os jovens Palancas. Aos 15 minutos já vencias por duas bolas a zero, resultado com que se chegou ao intervalo. Os golos foram marcados, aos nove minutos e a fechar o primeiro quarto-de-hora, por Ston Zalata.

Na segunda parte, aos 46 minutos, Salvador ampliou a vantagem. Antes do mesmo jogador marcar o quarto tento angolano, aos 69 minutos, os malgaxes reduziram a desvantagem, 10 minutos antes, por Randrianantenaina. Angola fechou a contagem, aos 83 minutos, por Sengui.

A selecção lusófona foi arredada da final da prova pela equipa da Zâmbia. A jogar em casa, os zambianos não tiveram dificuldade em seguir em frente. Apoiados pelo seu público levaram de vencida os angolanos por três bolas a zero.

O torneio foi conquistado pelo seleccionado da Zâmbia que venceu a África do Sul, repetindo o resultado do jogo com Angola.

O prémio para o melhor marcador da competição foi para Zine Salvador, com seis golos, mais um do que o Bola de Prata, o zambiano, Francisco Mwepu.

A competição, organizada pelo Conselho de Associações de Futebol da África Austral, decorreu, de 4 a 14 de Dezembro, em Lusaca.

 

Foto: Cosafa

O relatório sobre o desenvolvimento humano publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento coloca os países africanos de expressão portuguesa entre os piores. A situação mais dramática vive-se em Moçambique e na Guiné-Bissau que ficam na 180.ª e 178.ª posições, respetivamente, entre os 189 países analisados.

"Por todos os países há muitas pessoas que têm fracas perspectivas de um futuro melhor. Sem esperança, propósito ou dignidade, elas olham, à margem da sociedade, para aqueles que conseguem uma prosperidade cada vez maior. Muitos escaparam da pobreza extrema em todo o mundo, mas são muito mais os que não têm a oportunidade de controlar a sua vidas. Muitas vezes o género, a etnia ou a riqueza familiar ainda determinam o lugar de uma pessoa na sociedade", lê-se no documento.

Neste índice Angola é o terceiro país pior colocado entre os da Lusofonia, ocupando o 149.º posto. A Guiné Equatorial fica em 144.º, São Tomé e Príncipe em 137.º, Cabo Verde em 126.º.

Os países de expressão portuguesa que estão acima da fasquia dos 100 piores são Portugal, que ocupa a 40.ª posição e o Brasil que está na 79.ª.   

Este estudo aborda as desigualdades em termos de orçamento familiar, ou seja a desigualdade económica,  mas também outros "elementos-chave do desenvolvimento humano, como saúde, educação, dignidade e Direitos Humanos".

 

A maioria dos deputados rejeitou a proposta, feita pelo Governo, para se associarem à redução da despesa inscrita no Orçamento de Estado para 2020, cortando na despesa daquele órgão.

Dois pesos e duas medidas imperaram na sua posição sobre o documento apresentado pelo Executivo.

Descontentes com o valor da despesa inscrita na proposta, a generalidade dos representantes do povo timorense acenou com o chumbo do documento, caso o Governo não introduzisse cortes naquele capítulo, por considerar que a verba proposta era excessiva para a situação do país.

Na sequência da posição, o Executivo começou a trabalhar na redução do montante da despesa, tendo sugerido ao Parlamento que se associasse ao “esforço solidário de contenção das despesas públicas” por si encetado. Tendo proposto uma redução de cerca de 740 mil euros ao seu Orçamento.

A proposta foi votada na Assembleia, ontem, tendo sido recusada por 30 dos 58 deputados. Dos restantes, 18 votaram a favor e 10 abstiveram-se.

As alterações ao Orçamento deverão ser aprovadas, hoje, em Conselho de Ministros, contemplando um corte na despesa, apresentada anteriormente, superior a 14 por cento.

Na proposta inicial, o Governo inscrevera 1,8 mil milhões de euros na despesa, verba que deverá sofrer uma amputação de 1500 milhões de euros.

A classificação foi aprovada pelo Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da UNESCO.

A canção tradicional de Cabo Verde tinha recebido, o mês passado, o aval da Comissão de Peritos que analisou a Candidatura apresentada pelo Governo da antiga colónia portuguesa.

Os delegados de uma vintena de países nada tiveram a opor, a questionar ou a acrescentar ao parecer do referido grupo de especialistas, pelo que a “decisão foi adoptada” a título oficial.

Assim, a Morna passa a estar inscrita na lista das expressões de relevo cultural de interesse global.

A decisão é acompanhada de uma recomendação para que o Governo de Cabo Verde preste atenção à conservação e inventariação deste género musical, de forma a protegê-lo e conservá-lo.

A confirmação da Morna como Património Cultural Imaterial da Humanidade ocorreu, ontem, na capital da Colômbia, durante o terceiro dia de trabalhos da reunião do Comité para Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Amanhã a comissão intergovernamental reunida em Bogotá vai analisar a candidatura, apresentada pelo Executivo português, de elevação dos Caretos de Podence a Património da Humanidade.

A junta integra membros dos Governos da Arménia, Áustria, Azerbaijão, Camarões, China, Chipre, Colômbia, Cuba, Djibuti, Filipinas, Guatemala, Jamaica, Japão, Cazaquistão, Kuwait, Líbano, Maurícias, Holanda, Palestina, Polónia, Senegal, Sri Lanka, Togo e Zâmbia.

A Morna junta-se ao Fado, ao Cante Alentejano e ao Reggea como Património da Humanidade.

A selecção angolana venceu a Suazilândia por quatro bolas a uma na terceira jornada da fase de Grupos. Os golos foram marcados Zine Salvador, no começo da partida. Aos 14 minutos, Gladilson aumentou a contagem. O três a zero ocorreu aos oito minutos da segunda parte, por Melono Dala e Gladilson bisou, 19 minutos depois, fechando o marcador para Angola. O golo de honra da Suazilândia foi marcado, seis minutos depois, por Ndzinisia.

Agora, segue-se a Zâmbia, que se classificou em primeiro lugar no grupo A e que. No último desafio da série a equipa da casa venceu o Malauí, por dois a um .

Na outra meia-final vão jogar África do Sul, vencedor da última edição da prova, e Madagáscar.

O torneio, organizado pelo Conselho das Associações de Futebol da África Austral, está a decorrer na Capital da Zâmbia.

Com excepção do jogo com Moçambique, os jovens angolanos passearam a sua supremacia na Série C. Marcaram 13 golos e sofreram um, tendo terminado à frente do grupo, com nove pontos, contando por vitórias os jogos realizados. Primeiro venceram as Sychelles, por oito a zero, e depois Moçambique por um a zero.

 

Foto: www.cosafa.com

 

{{#image}}
{{/image}}
{{text}} {{subtext}}

Notícias Recentes

Estado angolano procura resgatar milhões de euros

A verba – estimada em perto de seis mil milhões de euros – f...

Angola    20 dezembro 2019

Parlamentares recusam participar na contenção da despesa pública de Timor

A maioria dos deputados rejeitou a proposta, feita pelo Gove...

Todas as Notícias    15 dezembro 2019

Polícia moçambicana detecta barco carregado de heroína

As autoridades moçambicanas estimam que a embarcação transpo...

Todas as Notícias    14 dezembro 2019

Angola fica em terceiro na Taça da Cosafa Sub 20

No jogo em que se discutia o último lugar no pódio da prova...

Angola    14 dezembro 2019

Morna reconhecida oficialmente como Património da Humanidade

A classificação foi aprovada pelo Comité Intergovernamental ...

Cabo Verde    12 dezembro 2019