Na Guiné-Bissau o Sindicato Nacional dos Professores, SINAPROF, e o Sindicato Democrático dos Professores, SINDEPROF, ameaçam partir para a greve, e paralisar as escolas públicas já este mês, se o governo não cumprir o memorando assinado há mais de três meses.

Os dois organismos já entregaram um pré-aviso de greve, por um período de 15 dias úteis a começar a 6 de novembro, acusam o executivo guineense de faltar à palavra dada ao não cumprir os 17 pontos que constam do documento assinado em julho passado e que, culminou, no fim da paralisação dos docentes. Entre as questões que ficaram de ser reavaliadas  está a revisão dos estatutos da carreira docente.

Mas o problema, a nível educacional do país, é mais grave. As principais escolas públicas não estão a funcionar por falta de alunos. A Confederação Nacional das Associações Estudantis da Guiné-Bissau, CONAEGUIB, já se mostrou preocupada com a situação e apelou, em conferência de imprensa, aos estudantes, para retomarem as aulas.

 

(Foto: @JOMAVpaginaoficial)

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