Em Comunicado dirigido aos partidos políticos, José Mário Vaz recorre a este entendimento, anterior ao de Conacri, como forma de o país sair da crise politica e institucional em que se encontra.
O Chefe de Estado dirige-se ao PAIGC para que “abra os seus braços e as portas da sua sede para promover a reconciliação interna e oferecer uma oportunidade de paz social ao povo”.
Outro dos destinatários da missiva enviada à comunicação social é a Assembleia Nacional, à solicita que “abra as suas portas para pôr fim ao bloqueio institucional que condiciona fortemente o funcionamento do Estado”.
A maioria dos partidos da Guiné Bissau, com excepção do PRS, que apoia o Governo de iniciativa Presidencial de Umaro Embaló, têm defendido a aplicação do Acordo de Conacri. Esta intenção é seguida pela Comunidade Internacional, nomeadamente as Nações Unidas.






