A maioria das forças políticas do país propôs a aplicação do Acordo de Conacri como forma de saída da crise em que a antiga colónia portuguesa se encontra mergulha, vai para dois anos.
Esta posição contraria a sugestão do Chefe de Estado de entendimento com base no acordo de Bissau.
Os 15 partidos que contestam José Mário Vaz, manifestaram a sua posição em carta aberta divulgada aos meios de comunicação guineenses. Esta forma já tinha sido utilizada pelo Presidente para dar a conhecer a sua proposta.
Na missiva o colectivo de partidos exige ao Chefe de Estado José Mário Vaz a demissão do Governo por ser “ilegítimo, inconstitucional e ilegal”. Por este motivo consideram que o executivo não tem legitimidade para organizar as eleições legislativas previstas para o ano.
O grupo, encabeçado pelo PAIGC, exige também a nomeação de Augusto Olivais para Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau.
O colectivo marcou para hoje e amanhã marchas pacíficas para “resgatar” a democracia no país.






