O Primeiro-ministro guineense informou ontem, através do seu perfil de Facebook, que foram feitas "todas as deligências" com vista ao repatrimento de todos os guineenses que se encontram na Líbia.
Na nota, assinada pela assessora do chefe do executivo para os Assuntos Políticos, esclarece-se que há guineenses que foram já "resgatados" mas pediram "anonomato".
"Face às atrocidades que estão a acontecer neste país, que nos chegam através de imagens e vídeo chocantes, contra os africanos, incluindo os nossos irmãos guineenses, o Primeiro Ministro e o Presidente da República, Dr. Mário Vaz, não poderiam ficar indeferentes".
Chefe de Estado e de Governo "uniram esforços" e, servindo-se das relações que José Mário Vaz mantém com líderes de vários Estados Africanos, foram reunidos meios para "resgatar os que neste momento muito sofrem na Líbia", lê-se no documento.
Umaro Sissoco Embaló, através da sua assessora, frisa que autoridades guineenses nunca "descuraram" a situação dos guineenses que vivem na Líbia, acrescentado que a Guiné-Bissau "foi dos primeiros países a fazer uma marcha massiva a pedir termo aos bombardeamentos da NATO na Líbia, em 2011".
O Primeiro-ministro guineense viveu, durante vários anos, na Líbia e diz conhecer "muito bem" o país e os perigos.
(Foto: @generalembalo)






