A solicitação foi apresentada, pelo Presidente da União dos Imãs da Guiné-Bissau, no encontro anual da comunidade islâmica do país.
Perante milhares de fiéis reunidos em Mansoa, Bubacar Djaló sugeriu que os dirigentes nacionais se deviam entender e concentrar-se em "tirar o país do marasmo" em que se encontra, fruto da crise política que dura há mais de dois anos.
O dirigente muçulmano pretende a formação de um Governo tão rápido como o possível, dado que se avizinha a campanha do caju estar próxima, principal fonte de riqueza do país e da população.
A Guiné-Bissau está sem governo vai para dois meses, e nos últimos dois anos já teve seis executivos de iniciativa presidencial que não conseguiram apresentar nem programas de Governo, nem orçamentos no Parlamento.
O Chefe de Estado recusa-se a por em prática o acordo de Conacri, contra a vontade da maioria dos partidos guineenses e da comunidade internacional, nomeadamente o Conselho de Segurança da ONU, a OUA e a Comunidade dos Países da África Ocidental que patrocinou o entendimento.
(Foto: Mussá Baldé)






