As jornalistas guineenses acusam os organizadores da iniciativa de as marginalizarem.
Estas profissionais criticam o facto de haver apenas oito mulheres entre os cem participantes na reunião magna da classe.
Nenhum dos quatro órgãos de comunicação social públicos escolheu representantes femininas ao Congresso.
Até parece que não há mulheres com competência nesses órgãos – deixou no ar uma das congressistas.
A iniciativa decorre sob o lema, “Por um Jornalismo Profissional e Independente”. Os profissionais da informação estão a debater temas como a ética no período eleitoral ou o exercício da profissão e condições laborais dos jornalistas no país lusófono.
O encontro conta com a presença de representantes de Cabo Verde e do Senegal.
No âmbito dos trabalhos, os delegados vão escolher os órgãos sociais do seu Sindicato. A sufrágio apresentam-se duas listas, lideradas por Indira Baldé e Assimo Baldé, jornalistas da delegação da RTP-Africa em Bissau.
O segundo Congresso dos Jornalistas guineenses é organizado pelo Sindicato da Classe e conta com o apoio das Nações Unidas.
Foto: https://www.facebook.com/braima.darame.9






