De acordo com o FMI, esta diminuição foi acompanhada pelo crescimento da economia. Este aumento rondou os seis por cento no ano passado, resultado do preço do caju e do investimento externo.

No entanto, alerta o Fundo Monetário Internacional, se a crise política se mantiver pode ter impacto negativo nos negócios.

O Primeiro-Ministro está para formar Governo vai para dois meses e não é expectável que o consiga, dado que todos os partidos se recusam a participar nele.

Em 2016 o défice orçamental estava próximo dos cinco por cento.

O FMI anunciou também que a inflação média pode ultrapassar ligeiramente um por cento e que o défice externo deverá situar-se em meio por cento.

A organização terminou a quinta e última avaliação ao Programa de Crédito Alargado, aprovado em Julho de 2015, no valor de 21 milhões de euros.

Segundo as previsões daquele organismo, as perspectivas económicas, para este ano, são “amplamente positivas”, mas as condições financeiras podem deteriorar-se se o preço do petróleo se mantiver elevado e se as exportações de caju forem menos favoráveis do que no ano passado.

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