Adulai Bary foi distinguido pelo seu trabalho em prol do desenvolvimento da ciência e da tecnologia na Guiné-Bissau e em África. O galardão do Instituto Africano de Matemáticas e Ciências é atribuída anualmente a jovens africanos que se notabilizem como cientistas ou inovadores. O guineense foi um dos 42 eleitos por aquela organização.
A cerimónia de entrega dos troféus decorreu em Quigali, no Ruanda.
Adulai Bary é formado em Ciência da Computação e Tecnologia Aplicada à Gestão Empresarial. Do seu currículo constam a fundação do primeiro laboratório de Inovação da Guiné-Bissau e de uma empresa de desenvolvimento de software e formação na área digital.
O agraciado divide-se ente a Direcção Executiva da referida firma e o cargo de embaixador da organização não governamental OSER.
A partir de agora, vai passar a ser também um dos representantes do Fórum Próximo Einstein.
O distinguido foi um dos mil jovens africanos que participaram no programa, Mandela Washington Fellowship 2016, criado pelo Presidente Obama. A iniciativa destinava-se a estimular a capacidade de iniciativa dos futuros dirigentes africanos.
Adulai Bary, nascido em Bissau há 28 anos, constituiu-se um exemplo para os jovens guineenses e africanos.







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