O organismo já se encontra em funcionamento, após cerimónia no Parlamento do país. O seu elenco foi eleito pela Assembleia Nacional da Guiné-Bissau, que voltou aos trabalhos após mais de dois anos de inactividade, devido ao diferendo sobre a liderança do Governo.

A eleição resultou do entendimento a que chegaram as duas maiores forças políticas do Parlamento guineense, o PAIGC e o PRS, como forma de permitir que as eleições se possam realizar a 18 de Novembro.

No entanto, o Presidente da entidade responsável pelas Legislativas, alerta que isso só será possível se o recenseamento eleitoral for iniciado de acordo com o programado.

Para tanto, é necessário que o Governo e a comunidade internacional disponibilizem, com urgência, as verbas necessárias para a realização da consulta.

O dirigente chama a atenção do executivo para a premência na compra dos meios necessários ao recenseamento, de forma a cumprir-se o cronograma eleitoral, nomeadamente a data da votação.

O juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça solicita, do mesmo modo, verbas para reabilitar a sede da Comissão, em Bissau, bem como as delegações regionais.

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