Os responsáveis regionais do país foram afastados, temporariamente, por decreto da Ministra da Administração Territorial, “até novas instruções”, sob proposta do PAIGC. A decisão assenta, segundo Ester Fernandes, na necessidade de “controlo eficaz” da gestão regional. Até haver novos esclarecimentos da parte da governante, a administração das regiões fica cometida aos Secretários Regionais.

A medida é contestada pelo PRS. A segunda força política da Guiné-Bissau propõe a sua  anulação “em nome da coesão do Governo”, tendo solicitado ao PAIGC conversações urgentes sobre o assunto.

Os dois partidos estabeleceram o acordo que viabilizou a formação do Governo de Aristides Gomes. Para o PRS a suspensão dos Governadores das Regiões viola esse entendimento.

O PAIGC está disponível para ouvir as propostas do seu parceiro de Governo, mas antecipa que defende a nomeação de “pessoas com capacidade e competência”.

A Guiné-Bissau conta com oito Regiões.

 

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