O Chefe do Governo guineense mandou suspender o movimento de contas bancárias de empresas e organismos públicos, bem como fundos autónomos.
A decisão, já comunicada aos bancos a operar no país, decorre da necessidade de “controlo financeiro”. A medida segue-se a relatórios do Tribunal de Contas, relativos a auditorias efectuadas no ano passado, que apontam “graves anomalias de natureza diversa na gestão das empresas públicas”.
A partir de agora, a gestão daquelas contas bancárias das entidades ligadas ao Estado passa a ser possível, apenas, “em regime de cotitularidade”, com o Tesouro Público, condição única para o levantamento da suspensão.
O Primeiro Ministro da Guiné Bissau é também o responsável pela pasta das Finanças do país.






