O Governo do país estabeleceu que os pagamentos ao Estado, bem como a empresas públicas passam a ser possíveis apenas através dos bancos nacionais. Estão excluídos desta decisão serviços públicos, nomeadamente de saúde, nas regiões onde não existem dependências bancárias.
O Governo está a ponderar aplicar penalizações para as entidades que não observem as disposições agora aprovadas. A medida faz parte de um conjunto de iniciativas para "resgatar a imagem das instituições públicas, perante “os contribuintes” e a comunidade internacional.
Estas decisões são sustentadas pelos últimos relatórios da auditoria do Tribunal de Contas, que apontam para a existência de “graves irregularidades na gestão” de vários organismos públicos.
O FMI acaba de solicitar ao Executivo medidas para acabar com actos de corrupção e má gestão na empresa de electricidade e águas do país e no regulador das telecomunicações.







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