Estes trabalhadores reivindicam aumentos de salário e melhores condições de trabalho. Os operários que fazem as cargas e descargas no Porto de Bissau, exigem o aperfeiçoamento da segurança, higiene e transporte, bem como a fixação de horário de trabalho e alimentação.
Os estivadores guineenses paralisam habitualmente nesta época do ano, aproveitando a época da exportação da castanha do caju, o principal produto de exportação da Guiné-Bissau.
O Sindicato dos Estivadores e Armazenistas aguarda, há vários anos, que os governos atendam as propostas que têm apresentado. A organização entregou o seu caderno reivindicativo, ao novo Governo, no fim do mês e, como não obteve resposta imediata, avançou com a paralisação.
Se não for chamada pelo executivo, para negociações, até ao final da greve, marcado para depois de amanhã, 7 de Maio, convocará nova paralisação, desta feita por tempo indeterminado.
O Ministro do Comércio vai reunir-se, hoje, com o chefe de Governo para analisar a situação.
Entretanto, a Associação de Exportadores e Importadores da Guiné-Bissau denunciou que os grevistas estão a obrigar ao encerramento de armazéns e a que todos os trabalhadores adiram à luta.







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