O segundo partido da cena política guineense considera que há “malícias” no processo de recenseamento eleitoral a decorrer no país e que aquela responsável deveria ser substituída por “figura de reconhecida idoneidade”.

A reivindicação abrange também o afastamento do responsável pela base de dados do Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral, entre outros envolvidos no registo.

Aquela força política pretende, também, a convocação da empresa nigeriana envolvida no processo, a transferência da gestão do processo para o país e a mudança dos dados para um novo servidor.

Estas exigências – endereçadas em carta ao Presidente da República – são subscritas por vários partidos sem assento no Parlamento.

Estas forças políticas querem que “seja concluído o processo de recenseamento eleitoral e emitidos novos cartões de eleitores (…) fiáveis e dignificantes”, assim como a extinção das Comissões de Acompanhamento do processo, criadas pelo Primeiro-ministro, que por as considerarem ilegais.

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