Aristides Gomes, ainda Primeiro-ministro da Guiné-Bissau, conseguiu o apoio do Conselho de Ministros para propor ao Presidente do país, José Mário Vaz, a concessão de condecorações à Polícia Judiciária, à sua diretora e diretor-adjunto, aos Serviços Secretos franceses e ingleses que estiveram envolvidos na apreensão de quase 800 kg de cocaína, como forma de reconhecimento pelo sue esforço.

Tratou-se da maior apreensão de droga alguma vez feita na Guiné-Bissau e que resultou na detenção de quatro pessoas, maioritariamente estrangeiros, um deles, do Níger, será assessor do presidente do Parlamento deste país. A cocaína, que tinha um elevado grau de pureza e que está avaliada em 18 milhões de euros, foi incinerada poucos dias depois da apreensão na presença de elementos das autoridades do país e de jornalistas. Dos quase 800 kg sobraram alguns pacotes que servirão de prova.

A operação da Polícia Judiciária guineense ocorreu na véspera das eleições Legislativas. A última apreensão tinha acontecido há 12 anos, 650 quilos de droga.

 

 

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