Os deputados que compõem a Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau tomam posse, esta quinta-feira, para um novo mandato. A cerimónia deverá decorrer num hotel da capital do país devido às obras que estão a decorrer no Parlamento.
No dia 16, o presidente da Assembleia guineense, Cipriano Cassamá, encontrou-se com representantes dos partidos políticos com assento parlamentar.
À saída da reunião, os membros dos partidos escolhidos pelos guineenses para intervirem na gestão dos destinos do país mostraram-se otimistas em relação à nova legislatura. Dos discursos ressalva-se a aptidão que as formações dizem sentir para fazer cumprir a lei, fazer valer os interesses do povo, e lutar pela paz e estabilidade, nos próximos quatro anos.
Relembramos que o PAIGC, de Domingos Simões Pereira, foi o vencedor das eleições de 10 de março, mas sem maioria. a formação tinha já feito coligações pré-eleitorais com o PND e a União para a Mudança. A escassas horas da divulgação oficial dos resultados preliminares avançava um novo acordo com a APU-PDGB.
A segunda formação mais votada foi o MADEM-G15, composta por elementos dissidentes do PAIGC. A sua coligação com o grande derrotado deste escrutínio, o PRS, que perdeu metade dos deputados, não foi suficiente para tentar formar governo.
O novo quadro parlamentar vai contar com 47 deputados do PAIGC, 27 do MADEM, 21 do PRS e cinco da APU. Os restantes dois lugares serão ocupados por deputados do PND e da UM.
Fruto de acordo com os três partidos últimos partidos do espectro parlamentar guineense, o PAIGC já anunciou que vai governar nos próximos quatro anos e que o Primeiro-Ministro será Domingos Simões Pereira.
Esta coligação conta com 54 deputados na Assembleia. Enquanto que a oposição, formada pela coligação MADEM/PRS não ultrapassa os 48 lugares.







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