Para além da crise política a Guiné-Bissau vive uma outra no sistema judiciário. O processo "Arroz di Povo", desencadeado pela Polícia Judiciária, continua a dar o que falar. Desta vez é o ainda primeiro-ministro do país, Aristides Gomes, que acusa de roubo o Ministério Público, após a operação desencadeada a nove de maio para recuperar o arroz apreendido pela PJ.
Trata-se de arroz oferecido pela China e apreendido pela referida força policial. Na noite de nove de maio o mesmo foi levado de um armazém em Bissau, onde a PJ o mantinha guardado, a pedido do magistrado do Ministério Público que está responsável pelo processo.
O arroz tinha sido apreendido pela Polícia Judiciária, no âmbito do referido processo, apreendidos na quinta do ministro da Agricultura, Nicolau dos Santos. A "guerra" entre poderes começou quando o PJ quis ouvir o referido ministro. No final de abril o Ministério Público abria um processo-crime contra cinco agentes da referida força.
O chefe do executivo garante que foi aberto um inquérito para averiguar os facto, investigação que é da responsabilidade do Ministério do Interior.







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