O executivo português considera que não há motivos para o atraso que se verifica. De acordo com o antigo colonizador, estão “reunidas todas as condições exigíveis” para a nomeação do novo Governo.

O Presidente guineense ainda não iniciou o processo de nomeação do Governo, não obstante as Eleições Legislativas terem ocorrido vai para três meses.

As autoridades portuguesas consideram que “os resultados das eleições legislativas do passado dia 10 de março e os acordos interpartidários subsequentes permitiram constituir uma maioria parlamentar e, portanto, garantir a viabilização de um Governo”.

Neste contexto instam, “sem mais delongas, os actores políticos a desencadearem e a contribuírem para a formação de um Executivo que “reflicta a escolha do povo guineense”.

O Estado português reivindica, também, a marcação “urgente” das Eleições para a Presidência da Guiné-Bissau, “tendo em vista a plena concretização do novo ciclo de esperança que se inaugurou com as Eleições” Legislativas.

O Governo português manifestou no sábado "preocupação com o atraso na nomeação de um Governo na Guiné-Bissau, apesar de estarem "Portugal recorda que refere um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Governo português.

A diplomacia portuguesa "encoraja de acordo com o texto.

No sábado, os partidos da maioria parlamentar da Guiné-Bissau avisaram que a marcha que juntou milhares de pessoas em Bissau foi a última exigência pacífica para a nomeação do primeiro-ministro e formação do Governo, depois das legislativas de 10 de março.

"Este é o nosso último ensaio, a nossa última chamada de atenção, última exigência pacífica que fazemos não só ao povo guineense, mas também à comunidade internacional", afirmou o presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, vencedor das últimas legislativas.

A Guiné-Bissau está a viver um novo impasse político que teve início com um desentendimento entre os partidos na eleição dos membros da mesa da Assembleia Nacional Popular.

Dois meses depois das legislativas, o Presidente guineense, José Mário Vaz, continua sem indigitar um primeiro-ministro, alegando que quer um entendimento no parlamento.

"Não temos primeiro-ministro até hoje, porque ainda temos esperança que haja um entendimento entre partidos políticos na constituição da mesa da Assembleia e porque o Governo é da emanação da Assembleia", disse em declarações à imprensa.

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