Terminou a polémica em torno da mesa da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau. O Movimento para Alternância Democrática, MADEM-G15, recusava-se a aceitar a sua composição e tinha interposto uma providência cautelar. O Supremo Tribunal de Justiça, que é também Tribunal Constitucional, voltou a não dar-lhe razão, e a dar como legitima a mesa, e a formação decidiu respeitar esta decisão.

O anúncio foi feito esta terça-feira ainda que, e em conferência de imprensa em Bissau, Nelson Moreira, do gabinete jurídico do partido formado por dissidentes do PAIGC, tenha afirmado que continuam a não concordar com a decisão. Alegam que o processo da constituição da referida mesa não aconteceu de acordo com a lei.

A mesa do Parlamento guineense ainda não está totalmente constituída. Cabe ao MADEM-G15 propor um novo nome para segundo vice-presidente do referido órgão já que o primeiro, Braima Camará, foi vetado pelo Parlamento.

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