Em comunicado, assinado pelo Presidente daquele organismo, são consideradas não só “falsas”, como “caluniosas” afirmações feitas pelo candidato, aos jornalistas, na sequência da derrota nas Eleições Presidenciais.

Após ter ficado em quarto lugar na votação de domingo, José Mário Vaz lançou suspeitas sobre os resultados, ao referir que a Comissão Nacional Eleitoral sabe "perfeitamente" quem deveria estar na segunda volta.

Na reacção à declaração, refere-se que as palavras do Chefe de Estado cessante são “apenas manobras de diversão”, adiantando-se que a instituição pondera "intentar uma acção judicial" contra aquele político.

A iniciativa visa salvaguardar o bom nome dos membros da Comissão Nacional Eleitoral.

Na nota, o candidato é avisado das suas prerrogativas legais, nomeadamente que os “actos administrativos praticados” por aquela entidade “podem ser impugnados por via judicial, à luz do contencioso eleitoral e nos termos” da lei.

Mas, no comunicado vai-se mais longe, classificando-se como “mesquinhas” as pessoas  que, “de forma inconfessa, querem perturbar e aniquilar as conquistas irreversíveis da democracia”, apelando aos guineenses para se manterem “coesos e unidos em torno dos pilares da democracia pluralista”, exortando os guineense a bani-las “do seu seio”.

O Chefe de Estado cessante obteve pouco mais de 12 por cento de votos, tendo ficado atrás de Domingos Simões Pereira, do PAIGC; de Umaro Sissoco Embaló, do MADEM e de Nuno Nabiem, da APU.

A segunda volta das Presidenciais, marcadas para 29 do próximo mês, vai ser disputada pelos dois candidatos mais votados.

 

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