O país africano exige ao grupo petrolífero francês 73 milhões de euros. A penalização resulta – segundo as autoridades de Malabo – de fraude na comercialização de combustível entre 2010 e 2012.

A Total ainda não tomou posição sobre este assunto.

Responsáveis governativos e da petrolífera reuniram-se há oito dias, na capital do país, para discutir a situação.

A petrolífera francesa tem a concessão da refinação do petróleo da Guiné Equatorial, bem como a venda dos combustíveis no país.

 

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