Teodorin Obiang foi condenado a três anos de prisão com pena suspensa. O Filho do Chefe de Estado da Guiné-Equatorial foi considerado culpado de branqueamento de capitais, abuso de bens sociais, desvio de fundos públicos, abuso de confiança e corrupção.

O tribunal ordenou o confisco de todos os seus bens arrestados, entre os quais um luxuoso hotel particular, em Paris.

Para a defesa trata-se de uma “decisão militante” e, como tal, anunciou que vai recorrer dela.

O advogado das associações Sherpa e Transparência Internacional considera que a decisão “histórica” é o “fim da lei da imunidade e impunidade” em que os “cleptocratas” se julgavam estar.

O tribunal de Paris considera que os crimes só foram possíveis graças à “complacência” da Société Générale  e do Banco de França.

Teodorin Obiang não compareceu ao julgamento. 

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